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	<title>Projetos &#8211; Escola Favinho | Educação Infantil</title>
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	<description>Educação Infantil Bilíngue que valoriza a autonomia, o respeito às diferenças, o contato com as artes, a natureza e a cultura brasileira. Saiba mais !</description>
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	<title>Projetos &#8211; Escola Favinho | Educação Infantil</title>
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	<item>
		<title>Projeto 2021:  Tombei, tombei, tornei tombar</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editorfavinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 17:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2021 a Favinho &#38; Mel decidiu por reeditar um tema desenvolvido em um de seus projetos. A princípio ficamos entre Cooperação de 2012 e Patrimônio de 2013. Ao nos reunirmos no Observatório de Docentes, percebemos o quanto o tema Patrimônio ficou em nossas memórias. A partir dessa escolha demos os primeiros passos na construção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2021/08/FOTO-PATRIMONIO-scaled.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-13840" src="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2021/08/FOTO-PATRIMONIO-1024x766.jpeg" alt="" width="600" height="449" srcset="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2021/08/FOTO-PATRIMONIO-1024x766.jpeg 1024w, https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2021/08/FOTO-PATRIMONIO-300x225.jpeg 300w, https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2021/08/FOTO-PATRIMONIO-768x575.jpeg 768w, https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2021/08/FOTO-PATRIMONIO-scaled.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>Em 2021 a Favinho &amp; Mel decidiu por reeditar um tema desenvolvido em um de seus projetos. A princípio ficamos entre <strong>Cooperação </strong>de 2012<strong> e Patrimônio </strong>de 2013. Ao nos reunirmos no Observatório de Docentes, percebemos o quanto o tema Patrimônio ficou em nossas memórias. A partir dessa escolha demos os primeiros passos na construção do Projeto Institucional.</p>
<p>Mas por que trazemos o Patrimônio de volta? Rememorar por quais motivos? Acreditamos que ao trazermos o tema para as interações e brincadeiras junto às crianças poderemos despertar a sensibilidade, nos conhecermos e conhecermos o outro como patrimônio e sendo assim reconhecermos os demais patrimônios no sentido de cuidar e preservar.</p>
<p>Ao desfrutarmos do patrimônio natural da escola presente nas colmeias de abelhas nativas, no Jardim Polinizador, nos canteiros, na horta, nas árvores frutíferas e demais paisagens, nos educamos no sentido de ampliarmos o conceito de patrimônio partindo do micro para o macro. Nossos casarões 23 e 25 <strong>tombados</strong> pelo patrimônio, bem como os demais da rua da Martins Ferreira, onde a escola está localizada, também cumprem essa função e nos levam às casas do Pelourinho, de Olinda, da Mangueira entre outras.</p>
<p>Compreender a relevância de aspectos das heranças histórico-cultural presentes na escola, no bairro, na cidade, no país e no mundo, pavimenta caminhos para desenvolvermos posturas, olhares e sentidos e tudo isso diz muito sobre nós mesmos e as gerações passadas, em uma dinâmica de lembrar e criar memórias.</p>
<p>Vimos figuras como a Sinhá Olímpia (Olympia Angélica de Almeida Cotta) de Ouro Preto/MG; Cartola (Angenor de Oliveira) da Mangueira/Rio de Janeiro; Tia Ciata (Hilária Batista de Almeida) Rio de Janeiro; Dorival Caymmi, da Bahia; e tantas outras se tornarem patrimônios sensível, afetivo e humano, uma vez que suas histórias vêm sendo preservadas por meio de documentários, músicas, literaturas, centros culturais etc, encantando as novas gerações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2019</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2018 13:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto Línguas e Linguagens: Brincadeiras por toda parte! Eu queria uma escola que educasse seu corpo e seus movimentos: que possibilitasse seu crescimento físico e sadio. Normal. (&#8230;) Mas que ensinasse primeiro pela observação, pela descoberta, pela experimentação. Carlos Drummond de Andrade, Do poema Para Sara, Raquel, Lia e para todas as crianças. &#160; As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2017/03/LOGO.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-8677 alignleft" src="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2017/03/LOGO.png" alt="" width="107" height="139" /></a></h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;">Projeto Línguas e Linguagens: Brincadeiras por toda parte!</span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>Eu queria uma escola que educasse</em><em><br />
seu corpo e seus movimentos:<br />
que possibilitasse seu crescimento<br />
físico e sadio. Normal.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(&#8230;)</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Mas que ensinasse primeiro pela</em><em><br />
observação, pela descoberta,<br />
pela experimentação.</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Carlos Drummond de Andrade</strong><em>, </em>Do poema<em> Para Sara, Raquel, Lia e para todas as crianças.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_4721.jpg"><img decoding="async" class="alignright wp-image-12090" src="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_4721.jpg" alt="" width="480" height="320" srcset="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_4721.jpg 1200w, https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_4721-300x200.jpg 300w, https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_4721-768x512.jpg 768w, https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_4721-1024x683.jpg 1024w, https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_4721-500x333.jpg 500w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As línguas desempenham papel importante em nossas vidas, por meio delas, comunicamos e expressamos nossas histórias. Elas nos fornecem identidade, permitem comunicar hábitos, costumes, tradições, criar culturas: subjetividades. Importa saber que a língua é sempre viva e deve ser celebrada por aquilo que ela manifesta. É por meio da língua que elaboramos pensamentos e nos diferenciamos das demais espécies a partir da fala.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Favinho &amp; Mel</strong> acolheu a sugestão da UNESCO que declarou 2019, Ano Internacional das Línguas Indígenas  e a partir da cultura da infância amplia o projeto, ao trazer Línguas matrizes como o Guarani e o Yorubá; a LIBRAS (Língua Brasileiras de Sinais) entre outras que serão indicadas pelos projetos de cada turma. Vamos embarcar nessa jornada por culturas variadas, línguas e linguagens?</p>
<p style="text-align: justify;">Lançamos o convite de pensarmos as línguas como irmãs e interlocutoras nos diálogos acerca da conscientização e da urgente necessidade de preservarmos e promovermos história, cultura, tradições, memória delas advindas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nossa Educação Infantil, o tema se faz presente no dia a dia em processos interativos: bebês e crianças, crianças entre si, crianças e adultos, adultos entre adultos. No corpo verbo, balbucio, nas brincadeiras com as palavras, na natureza observando as linguagens dos animais, nas primeiras palavras e narrativas orais.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas interações e conversas tendo a criança como interlocutora sensível capaz de fazer sua leitura de mundo, reinventando a condição humana no convívio e no existir no mundo em diferentes contextos históricos, culturais e socioambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Tais abordagens se realizam nas vivências em nossa escola por meio da expressão corporal (capoeira, yoga, jogos cênicos), das atividades de culinária, do cineclube, da musicalização, das artes, do inglês, das ciências e do pensamento lógico e do entrelaçamento de tudo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que por não fazer parte das demandas da criança na educação infantil, não abordaremos aspectos religiosos e conflitos históricos dos povos pesquisados.</p>
<p style="text-align: justify;">Na <strong>Favinho &amp; Mel</strong>, o mundo é observado sob o olhar das crianças por meio das suas inúmeras linguagens. E neste ano, trazemos como objetivo geral: apresentar e afirmar diferentes culturas e linguagens com respeito e afeto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2018: Brincadeiras e Invencionices</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2018-brincadeiras-e-invencionices/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2018 13:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Favinho &#38; Mel Educação Infantil tem por tradição trazer em seu projeto pedagógico o brincar, por acreditar que ele reúne condições necessárias para um harmonioso desenvolvimento. Neste ano o objetivo geral escolhido como tema enfatiza a cultura infantil em seus variados aspectos. Brincadeiras, naturais para bebês e crianças, estabelecem vínculos afetivos e sociais, nutrindo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2018/03/1uon.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-10419" src="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2018/03/1uon.jpg" alt="" width="320" height="393" srcset="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2018/03/1uon.jpg 481w, https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2018/03/1uon-245x300.jpg 245w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /></a>A Favinho &amp; Mel Educação Infantil tem por tradição trazer em seu projeto pedagógico o brincar, por acreditar que ele reúne condições necessárias para um harmonioso desenvolvimento.</p>
<p>Neste ano o objetivo geral escolhido como tema enfatiza a cultura infantil em seus variados aspectos. Brincadeiras, naturais para bebês e crianças, estabelecem vínculos afetivos e sociais, nutrindo a segurança nas relações.</p>
<p>A formação permanente da equipe é fundamental na Favinho &amp; Mel, garantindo o brincar, o recrear, o respeito à cultura da infância, acolhendo a multi-idade, cuidando da nutrição, oferecendo o acesso a multilinguagens no contexto de vida coletiva.</p>
<p>Desta forma, na dinâmica diária surgem brincadeiras e invencionices que envolvem o exercício da autonomia na atividade física, cognitiva e emocional, e os educadores são cientes da importância de suas intervenções, para que as crianças se mantenham ativas em suas descobertas.</p>
<p>Isso é reconhecimento da importância do brincar como parte integrante das vivências cotidianas, desde os primeiros dias de vida, fundamental na construção da identidade e personalidade da criança.</p>
<p>Em suas brincadeiras elas vivenciam um universo permeado pelo real e o imaginário. É no brincar que enfrentam desafios e criam hipóteses para além de sua realidade próxima. Ao brincarem desenvolvem as travessuras da imaginação, rebuliços do inventar! E seguem inventando para conhecerem o mundo.</p>
<p>Vale dizer que são os bebês e as crianças que iniciam, controlam e estruturam o processo de brincar e inventar. Educadores e adultos envolvidos desfrutam de suas companhias, organizando espaços e tempos, interferindo em suas ações somente em circunstâncias necessárias: nas disputas, em caso de cansaço e desconfortos, isto é, no reestabelecimento do bem-estar.</p>
<p>As crianças não podem ter as brincadeiras como obrigação. Brincar é sim um fim em si mesmo!  Gera habilidades sociais, afetivas, cognitivas, físicas&#8230; Brincar auxilia a controlar impulsos, lidar com frustações, negociar, criar estratégias e diálogos.</p>
<p>Desenvolver um modo particular de estar no mundo contribui para consolidar amizades e o pertencimento ao lugar onde se vive e convive.</p>
<p>Em uma escola situada em área urbana como a Favinho &amp; Mel, as brincadeiras na natureza, ao ar livre, levam as crianças a apreciarem e compartilharem com seus pares e com os adultos as maravilhas e significados dos acontecimentos cíclicos e o cuidado com o planeta.</p>
<p>Os ambientes de convivência da escola são projetados justamente para que as brincadeiras e invencionices aconteçam espontaneamente, possibilitam incluir sabugos de milho, caroços de frutas colhidos no quintal, tecidos, panelas, caixas de papelão entre outras quinquilharias atraentes.</p>
<p>Tudo isso faz das crianças protagonistas, seres brincantes e inventores de um mundo melhor.</p>
<p>Os primeiros anos de vida da criança são cruciais e o modo processual que imprimimos em nosso trabalho pode ser conhecido pelas famílias através das crianças, dos nossos informes, canais de comunicação e mídias. Conteúdos culturais chegam as casas e podem ser compartilhados em contextos mais amplos.</p>
<p>A Malasartes (mala de brincar) e os livros de literatura infantil parte do acervo do projeto Vai e vem são alguns dos meios que dispomos para uma interação amorosa dinâmica e contínua entre crianças, famílias e escola.</p>
<p>No início do ano, na Semana de Formação, foi oferecido também o curso Brincadeiras de ontem, de hoje e de sempre. Aberto às famílias, educadores, estudantes e demais interessados.</p>
<p>Brincar e amar são universais e envolvem liberdade e proteção. Antes mesmo do nascimento brincamos. Crianças, brincamos. E nós adultos, como podemos continuar brincando e reinventando modos de brincar? Essa é uma das indagações que o tema propõe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Referências Bibliográficas:</strong></li>
</ul>
<p>Barros, Manuel. Menino do Mato. Rio de Janeiro. Editora Objetiva, 2015.</p>
<p>Benjamim, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo. Summus Editorial, 1984.</p>
<p>Fonchi, Paulo. Afinal, o que os bebês fazem no berçário? Comunicação, autonomia e saber-fazer de bebês em um contexto de vida coletiva. Porto Alegre. Editora Penso, 2015.</p>
<p>Machado, Mariana Marcondes. O brinquedo-sucata e a criança: a importância do brincar, atividades e matérias. São Pulo, Edições Loyola, 2010, 7ª edição.</p>
<p>Maturana, Humberto. Amar e Brincar: fundamentos esquecidos do humano.  São Paulo. Editora Palas Athena, 2015, 4ªedição. &#8220;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2017</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2017/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 13:21:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto: A imaginação do brincar Assobio de passarinho para as crianças é imaginação de voo&#8230; Gandhy Piorski Desbravar o mundo a sua volta, eis a natureza da criança! Neste ano, com o tema do Projeto, trazemos os elementos: água, terra, fogo, ar e espaço (integrados), como motivos de atenção e sensibilidade, para vivências, pesquisas, experimentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8677 alignleft" src="https://escolafavinho.com.br/wp-content/uploads/2017/03/LOGO.png" alt="LOGO" width="107" height="139" /></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;">Projeto:<em> A imaginação do brincar</em></span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>Assobio de passarinho para as crianças é imaginação de voo&#8230;</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Gandhy Piorski</em></p>
<p style="text-align: justify;">Desbravar o mundo a sua volta, eis a natureza da criança!</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ano, com o tema do Projeto, trazemos os elementos: água, terra, fogo, ar e espaço (integrados), como motivos de atenção e sensibilidade, para vivências, pesquisas, experimentos e projetos outros, construindo caminhos de saber e conhecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Como é tradição na Favinho &amp; Mel, nós educadores e estudiosos da infância trabalhamos o currículo em ação, considerando a cultura da infância, desfrutando da companhia das crianças para a materialidade do seu brincar, perceber relações e do imaginar de forma orgânica.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao brincar ao ar livre em contato com pedrinhas, vegetações, água, temperaturas, luminosidades, insetos e animais maiores, ou em outros espaços, a criança é convidada à substancialidade do imaginar, sendo que este pode estar no campo do invisível, nas brincadeiras imateriais, da autoexpressão e da comunicação não-verbal.</p>
<p style="text-align: justify;">E a imaginação infantil pode ser como algo que lhe permite confluência com espaços, linguagens e a natureza. Por meio dela também, a criança passa a habitar e brincar nos reinos da fauna, da flora e dos minerais, bem como lida com o reconhecer o corpo, a natureza humana, arquitetônica, científica, urbana etc.</p>
<p style="text-align: justify;">E ao imaginar, vínculos vão sendo estabelecidos entre a criança e natureza(s), cultura(s), sociedade(s). Uma verdadeira ciranda do brincar e sua plasticidade transformadora. Sabemos o quanto isso tudo pode significar na construção das identidades individual e coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">            A exemplo, quanto mais a criança brinca com os elementos da natureza, a água, as folhas, sementes e frutos das árvores, a terra, os canteiros, as abelhas, minhocas, joaninhas, formigas, lagartas e borboletas, que povoam e trazem um colorido ao nosso quintal, mais a criança imagina e cria conexões variadas no contexto do seu desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">            Portanto e o mais que está por vir, inspirados em Manuel de Barros e suas infâncias, podemos dizer que de mãos dadas com esta criança e com todos que estão envolvidos, iniciamos o nosso projeto que há muito nasceu&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2016</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2016/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editorfavinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 17:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Projeto: Aprendizagem Intercultural &#160; A diversidade cultural é tema de interesse de estudos e pesquisas em nossa escola ao tratarmos da elaboração, organização e desenvolvimento do currículo. Acreditamos em intercâmbios, capazes de criar vínculos que nos unem nos processos de diálogo e de troca com as variadas sociedades. A aprendizagem intercultural entende cultura como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff9900"><strong>Projeto: Aprendizagem Intercultural</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A diversidade cultural é tema de interesse de estudos e pesquisas em nossa escola ao tratarmos da elaboração, organização e desenvolvimento do currículo. Acreditamos em intercâmbios, capazes de criar vínculos que nos unem nos processos de diálogo e de troca com as variadas sociedades.</p>
<p>A aprendizagem intercultural entende cultura como campo simbólico e material das atividades humanas e sugere diferentes práticas curriculares. A escola, sendo uma instituição de cultura, oferece às novas gerações cultivos de saberes e promove a sociabilidade das crianças, podendo alterar práticas discriminatórias, excludentes e reducionistas quanto a nossa e de outras culturas, lidando com a construção de identidades.</p>
<p>Em se tratando de Brasil, constituído a partir das matrizes indígenas, negras e europeias dentre tantas outras nacionalidades, a escola não poderia deixar de personalizar local da diversidade, contemplada na convivência de sujeitos de origens, idades e culturas diferenciadas, trazendo com responsabilidade a temática.</p>
<p>Um dos nossos objetivos com o projeto é promover o diálogo e a aprendizagem intercultural. Nos termos de Paulo Freire, denunciar e anunciar a tendência unilateral e o etnocentrismo, uma vez que a apropriação e a construção da cultura concretizam-se através das interações sociais.</p>
<p>Assim, brincadeiras, tradições, festejos etnológicos, jogos, danças, cancioneiros, histórias, contos, lendas, imagens, receitas culinárias nacionais e universais entre outras serão contempladas nas atividades tendo a criança como companheira e informante, não só que aprende e consome a cultura de seu tempo, como também produtora de cultura.</p>
<p>Conviver, partilhar e cooperar no seio das sociedades dialógicas e democráticas, compreendendo a importância das variadas culturas em seus diferentes domínios de intervenção (línguas e comunicação, expressão artística etc), é uma abordagem pedagógica que renova em nós a percepção do exercício das liberdades.</p>
<p>E, tudo isso proporciona condições para serem geradas propostas curriculares que contribuam para uma escola em que confiamos com os conteúdos culturais, habilidades, procedimentos e valores praticados e submetidos a análises e permanentes reflexões.</p>
<p>Trata-se de um compromisso assumido ao longo dos 35 anos de trabalho com a Educação Infantil. E com entusiasmo partimos para a elaboração de outros diálogos nos quais a aprendizagem intercultural é instrumento para ação. Nós aceitamos o convite, e você?</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2015</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2015/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editorfavinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2015 16:57:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Quem Somos]]></category>
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					<description><![CDATA[PROJETO: ERA UMA VEZ A LUZ&#8230; Em 2015, Ano Internacional da Luz e das Tecnologias baseadas em luz, a Favinho &#38; Mel acolhe uma das propostas da Unesco e irá trabalhar a partir desse tema. No século XXI, assim como nas antigas civilizações, as crianças demonstram através do brincar a curiosidade como desejo de desbravar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>                   PROJETO: ERA UMA VEZ A LUZ&#8230;</p>
<p>Em 2015, Ano Internacional da Luz e das Tecnologias baseadas em luz, a Favinho &amp; Mel acolhe uma das propostas da Unesco e irá trabalhar a partir desse tema.  No século XXI, assim como nas antigas civilizações, as crianças demonstram através do brincar a curiosidade como desejo de desbravar o mundo.  </p>
<p>Em relação à luz, observam: sol, lua, chuva, raios, trovões, arco-íris&#8230; Ficam fascinadas com os vaga-lumes, a projeção das sombras. Questionam a ausência da energia, investigam os porquês dos nomes, fontes natural e artificial; e agora, como nativos digitais, relacionam-se entre aparelhos tecnológicos com habilidade natural. </p>
<p>Sendo a relação homem, meio e sociedade compreendida como construção de interatividades através do afeto, expressões próprias da infância, da sensibilização das percepções e diálogos, pretendemos envolver as crianças nas etapas do nosso projeto pedagógico por meio das múltiplas linguagens, que contemplam áreas do conhecimento do currículo da Educação Infantil. Literatura, ciências, culinária, artes, culturas e assuntos vinculados.<br />
 	 Em nosso dia a dia, a luz está presente no banho de sol, nas brincadeiras e atividades ao livre, na arquitetura e climatização dos ambientes, nos experimentos que envolvem plantação, o sol como fonte de energia, bem como atividades relacionadas e decorrentes da luz: cineclube, culinária, a música e seus instrumentos eletrônicos etc.<br />
 Começamos no Carnaval com o Bloco da Favinho &amp; Mel, Folia na velocidade da luz. As alas representaram aproximações temáticas: O sol, como abre alas; o Girassol, a fototropia; chuva/raio, a luz e meios de propagação; arco-íris, prisma e decomposição da luz; vaga-lumes, bioluminescência terrestre; peixe Tamboril e algas, bioluminescência marinha; fogo, lâmpada e lanterna; fibra óptica, tecnologias; gato e coruja, animais noturnos; Noite e apagão. </p>
<p>E dentro desse contexto, trabalharemos processos para o desenvolvimento humano, lidando com conteúdos de realidades e imaginação, envolvendo todos nesta jornada.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2014</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 14:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[As árvores sempre me atraíram (&#8230;) Sublinho a importância que teve na minha infância suas sombras. Não foram poucas as tardes em que usei a amenidade das sombras para estudar, brincar, conversar (&#8230;) Minha biblioteca de adulto tem algo disso. Às vezes, é como a sombra da mangueira da minha infância. (Paulo Freire) Fundamentados em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center"><i>As árvores sempre me atraíram (&#8230;) Sublinho a importância que teve na minha infância suas sombras. Não foram poucas as tardes em que usei a amenidade das sombras para estudar, brincar, conversar (&#8230;) Minha biblioteca de adulto tem algo disso. Às vezes, é como a sombra da mangueira da minha infância. </i><b>(Paulo Freire)</b></p>
<p style="text-align: justify">Fundamentados em educadores como Paulo Freire e Fritjof Capra, chegamos ao tema do projeto. Leitura do mundo, leitura da palavra e pensamento sistêmico justificam e orientam o nosso trabalho. Pensar o mundo como um todo, ao mesmo tempo em que concebemos a criança como um ser integral e, sem fragmentar seu desenvolvimento é o nosso principal objetivo.</p>
<p style="text-align: justify">         Nesse contexto, as brincadeiras e os jogos infantis representam o fazer privilegiado para cada criança experenciar tempos e espaços naturais.  Momento para contemplarmos, no currículo da Educação Infantil, as especificidades da sociedade humana e suas relações com a natureza, e, de propormos intervenções pedagógicas que favoreçam o processo de construção da relação sociedade-natureza a partir do olhar da criança.</p>
<p style="text-align: justify">         Compreender a criança como ser da natureza e ser da cultura em suas relações com o mundo físico e social nos conduz a conhecimentos sobre o mundo natural, no qual as intervenções humanas sobre ele se fazem presentes. Nesse sentido em nossas atividades pedagógicas devemos contemplar intencionalidade e compromisso com o direito das crianças ao contato com a natureza, mediando ações significativas para as mesmas com o meio ambiente, na perspectiva da preservação e do desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify"><b> </b></p>
<p style="text-align: justify"><b>       </b>Ao abordarmos a importância do cuidado com os seres vivos para preservação da vida, observarmos como as crianças formam conceitos espontâneos. Ao considerarmos, conforme Vygotsky que os conceitos espontâneos percorrem muitos caminhos até a criança ser capaz de defini-los verbalmente, e serão muitas as etapas a trilhar na companhia das crianças. Com relação à formação dos conceitos formais caberá aos educadores observarem indícios que as crianças nos dão durante o processo de ensino-aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify">            De acordo com F. Capra é através da alfabetização ecológica que nos envolveremos, aprendizes, adultos e crianças. Acreditamos ser possível compreender as múltiplas relações que se estabelecem entre todos os seres vivos e o ambiente onde vivemos, e que tais relações constituem a teia que sustenta a vida do planeta. (2006, p.11). Sim, precisamos nutrir diariamente nosso sentido de admiração e respeito com a natureza, para que possamos redesenhar a presença humana no mundo, como crianças e adultos.</p>
<p style="text-align: justify">            Em nosso cotidiano, praticamos algumas ações, visando ao desenvolvimento sustentável: usamos copos de plástico em substituição ao descartável; tratamos água da chuva para os deliciosos banhos no Pátio das Águas; pesquisamos o aproveitamento total dos alimentos; transformamos embalagens, páginas de jornal e revista nas Artes; as sobras giz de cera são derretidas surgindo novas; criamos instrumentos com garrafas pet, canos de PVC, colheres de pau, panelas e suas velhas tampas.</p>
<p style="text-align: justify">            Iniciamos o ano com o nosso tradicional Bloco da Favinho &amp; Mel,  enredo <i>Do plantio à colheita: a origem do carnaval</i>. Nos adereços e estandartes, reaproveitamentos como matéria-prima. Ao longo do ano, vamos trabalhar ciclos de vida, culturas, relações de práticas e temas para uma Educação Infantil cada vez mais ecológica.</p>
<p style="text-align: justify">Bibliografia</p>
<p style="text-align: justify"><strong>CAPRA, Fritjof. Alfabetização Ecológica &#8211; a Educação das Crianças Para Um Mundo Sustentável. Cultriz, 2006.</strong></p>
<p style="text-align: justify">FREIRE, Paulo. À sombra desta mangueira. Olho d’agua, 2003. 5ª ed.</p>
<p style="text-align: justify">GUATARRI, Félix. As três ecologias. Campinas: Papirus, 1997. 6ª ed.</p>
<p style="text-align: justify">BARROS, Manuel. O Livro das Ignorãnças. Rio de Janeiro: Record, 2004. 11ª ed.</p>
<p style="text-align: justify">LARROSA, Jorge. Notas sobre a experiência e o saber da experiência. Leituras n.4.Textos – subsídios ao trabalho pedagógico das unidades da Rede Municipal de Educação de Campinas<i>/ Fumec</i>, Secretaria Municipal de Educação, Campinas, julho 2001.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2013</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2013/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 18:19:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Infância, nosso maior patrimônio, vamos cuidar    Defender o nosso patrimônio é alfabetização. (Mário de Andrade)           Em nosso projeto político-pedagógico, vivenciaremos conceitos contemporâneos de patrimônio, elaborados pela UNESCO e pelo IPHAN.  Fundamenta o trabalho a defesa de patrimônio – cultural, e natural &#8211; valioso para a humanidade.            O patrimônio material protegido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><b><span><span>Infância, nosso maior patrimônio, vamos cuidar</span></span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span> </span><i>Defender o nosso patrimônio é alfabetização. </i></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><i><span>(Mário de Andrade)</span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span>        </span>Em nosso projeto político-pedagógico, vivenciaremos conceitos contemporâneos de patrimônio, elaborados pela UNESCO e pelo IPHAN. <span> </span>Fundamenta o trabalho a defesa de patrimônio – cultural, e natural &#8211; valioso para a humanidade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span>         </span>O patrimônio material protegido pelo IPHAN é composto por um conjunto de bens culturais como o histórico e o artístico, por exemplo. Eles estão divididos em: bens imóveis como os núcleos urbanos, sítios arqueológicos e bens individuais, como a história de vida de uma pessoa. Há ainda os bens móveis, como os acervos museológicos, bibliográficos, fotográficos, cinematográficos etc.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span>          </span>A UNESCO define como Patrimônio Cultural Imaterial as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span><br />
</span>Vale considerar também o patrimônio natural: monumentos e sítios naturais,<span>  </span>formações físicas, biológicas, geológicas, habitat de espécies animais e vegetais, constituindo conjuntos de formações de valor universal excepcional do ponto de vista estético ou científico.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Esses conceitos possuem interfaces que dialogam porque as culturas são formadas por gente e seus valores e produtos. Há distinções e entrecruzamentos entre os patrimônios imaterial e material, cultural e natural e assim por diante. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span>        </span>E por que trazer esse tema amplo e complexo ao campo da Educação Infantil? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span>        </span>Primeiramente porque acreditamos na importância de comunicar junto às crianças valores, que são constantemente recriados em função de interações com a natureza e as histórias.<span>    </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span>    </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span>       </span>Em suas brincadeiras, investigações, relações afetivas, jogos etc, a criança manifesta sua cultura, desenvolve-se e, nesse conjunto de ações, apropria-se de bens e valores, ressignificando e produzindo outros sentidos para patrimônio. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span>       </span>Trabalhar com esse tema é também assumir o desafio para gerar sentimento de identidade e continuidade, fundamental para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span>    </span><span> </span><span>  </span>A capoeira, as cirandas, as receitas culinárias, os cancioneiros, as rodas literárias entre outras fazem parte da nossa prática pedagógica. O carnaval, o casarão (de 1901) da Favinho &amp; Mel e a própria rua Martins Ferreira, tombada,<span>  </span>são pontos de partida para o nosso projeto. O desafio está lançado e ao longo do processo todos construiremos essa história.<span>                                                    </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span>  </span></span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2012</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 18:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Cooperação: Vamos precisar de todo mundo!   A Favinho &#38; Mel ao longo dos seus 30 anos, sempre promoveu valores e atitudes essenciais para a paz e a convivência ecológica. Como escola associada a Rede Pea Unesco e por valorizar o ser cooperativo em meio a cultura do individualismo e da competitividade a qualquer custo,  [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><strong>Cooperação: Vamos precisar de todo mundo!</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>A Favinho &amp; Mel ao longo dos seus 30 anos, <span>sempre promoveu valores e atitudes essenciais para a paz e a convivência ecológica. Como escola associada a Rede Pea Unesco e por valorizar o ser cooperativo em meio a cultura do individualismo e da competitividade a qualquer custo,</span>  traz para o<span> seu projeto político-pedagógico o tema <i>Cooperação</i>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Segundo Terry Orlick, precursor do estudo e da divulgação dos Jogos Cooperativos, <i>contribuir ou fazer algo bem, simplesmente não exige a derrota ou a depreciação do outro.</i> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Felizmente torna-se cada vez menos frequente entre nós a defesa da competição, como um elemento importante na educação das crianças, sob o pretexto de que assim, ficariam melhores preparadas para viverem em uma sociedade competitiva.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Em nossa prática com a e<span>ducação da primeira infância, </span>observamos o quanto o envolvimento das crianças é crescente quando trabalham juntas em espaços participativos, nos quais todas contribuem ao brincar, jogar, dançar, dialogar, pesquisar, criar e manifestar culturas entre demais atividades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span> </span>Nesse cenário, o processo de construção/produção do conhecimento é valorizado e o aprendizado torna-se mais eficaz a medida que é contextualizado e socializado através do intercâmbio infantil. Jean Piaget atribuiu aspecto formativo a cooperação ao afirmar:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><strong><i><span>No momento em que as crianças começam a se submeter verdadeiramente às regras [combinados] e a praticá-las, segundo a uma cooperação real, forma uma cooperação nova. Conforme a cooperação substitui a coação, a criança dissocia seu EU do pensamento do outro. Logo a cooperação é fator de personalidade, se entendemos por personalidade o EU que se situa e se submete, para se fazer respeitar, às normas da reciprocidade e da discussão objetiva. Sendo a cooperação, fonte de personalidade, na mesma ocasião, as regras [combinados] deixam de ser exteriores.</span></i></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>O tema do projeto sugere mudanças no tempo-espaço cotidiano. E em primeiro lugar consideramos as necessidades relacionadas ao repouso, alimentação, higiene de cada criança, sua faixa etária, suas características pessoais, sua cultura, seu estilo de vida que traz de casa para a escola;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span> </span><span>               </span>As sequências didáticas e os deslocamentos pela escola foram organizados segundo as possibilidades de compreensão e mobilidade das crianças, garantindo que estabeleçam o máximo de relações possíveis entre os ambientes frequentados e os conteúdos, resultando em conhecimento real. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Quanto aos espaços, esses foram reorganizados levando-se em conta concepções de infância e desenvolvimento, a influência direta no uso que fazemos do ambiente, o poder de escolha, a liberdade de exploração de forma educativa e a formação integral do aluno. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Os espaços estão organizados de forma a proporcionar a escolha, caminho para formação da democracia. Esse é um pressuposto importantíssimo no trabalho baseado na Pedagogia de Célestin Freinet. Em sua prática como professor, buscava construir formas de efetivamente realizar o desafio: formar cidadãos construtores do seu saber e cooperativos em um trabalho vivo dentro e fora da sala de aula.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Inspirados nas experiências das creches de Reggio Emilia (Itália), nas escolas da Ponte (Portugal), da Vila e Desembargador Amorim Lima (Brasil), entre outras, promovemos uma significativa mudança no prédio da Pré-escola. Antigas divisórias foram retiradas e as quatro oficinas (salas) existentes deram origem a duas que passamos a chamar de Colmeias 1 e 2.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><span> </span>Em cada Colmeia dois Favos (turmas) compartilham o mesmo ambiente em diferentes momentos do dia. Cada Favo conta com a figura dos educadores, responsáveis pelo planejamento do seu grupo. As crianças circulam pelas Colmeias, por seus corredores, decorados com seus trabalhos, sem pressa nem desordem, com atitudes de cooperação, tendo o cuidado de não interferirem nas atividades dos outros Favos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>As Colmeias têm conforto acústico e térmico, bebedouros, colchonetes, suportes para as mochilas, jogos, mobiliários fixo e móvel, computadores, materiais de artes, fantasias, livros, brinquedos etc, todos de uso comum. Na Colmeia 1,<span>  </span>sala de referência das crianças menores, há um banheiro, enquanto as maiores usam o do pátio. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Partimos do princípio de que o ambiente físico é um poderoso instrumento de aprendizagem, e por isso sua organização deve levar em conta o que é importante para o desenvolvimento de todos; incorporando valores culturais a proposta pedagógica, contamos com espaços em que as crianças possam re-significar, transformar, propor, recriar, explorar e modificar o que foi planejado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Ambientes diferentes favorecem os mais diversos tipos de interações e o professor tem papel importante nisso. É um trabalho que requer escuta, diálogo, observação das necessidades, das demandas e dos interesses expressos pelas crianças; desejos que se transformam em objetivos pedagógicos em nosso trabalho diário. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Convidamos as famílias para reuniões de apresentação das concepções que estamos construindo e como pensamos os espaços nos quais seus filhos irão conviver. Com a chegada das crianças, iniciamos o projeto. Suas apropriações e contribuições nos dão indícios do senso cooperativo que trazem em si. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Os relacionamentos e a aprendizagem ocorrem juntos por meio das expectativas e habilidades das crianças, da competência profissional dos adultos e, em termos mais gerais, do processo educacional. Devemos incorporar em nossa prática, portanto, reflexões sobre um ponto decisivo e delicado: o que as crianças aprendem não ocorre como um resultado automático do que lhes é ensinado. Ao contrário, isso se deve em grande parte à própria realização das crianças como uma consequência de suas atividades e de nossos recursos. É necessário pensarmos sobre o conhecimento e habilidades que as crianças constroem socialmente. Em qualquer contexto, elas não esperam para apresentar questões a si mesmas e para formar estratégias de pensamento, ou princípios, ou sentimentos. Sempre, e em todo lugar, as crianças assumem um papel ativo na construção e aquisição da aprendizagem e da compreensão.<span>  </span>(Malaguzzi, 1999.)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>Referência Bibliográfica:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>CORREIA, Marcos Miranda. Trabalhando com jogos cooperativos: Em busca de novos paradigmas na educação física. Campinas, SP: Papirus, 2006<strong>.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>EDWARDS, Carolyn; GANDINI, Lella e FORMAN, George. As cem linguagens da criança: A abordagem de Reggio Emilia na Educação da primeira infância.Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>ELIAS, Marisa del Cioppo. Célestin Freinet: Uma Pedagogia de Atividade e Cooperação.</span><span> Petrópolis, RJ Vozes Editora, 1997.</span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>HORN, M. G. S. Sabores, cores, sons, aromas. A organização dos espaços na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2004.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>PACHECO, José. <span>Escola da Ponte: Formação e Transformação em Educação</span>. Petrópolis, RJ Vozes Editora, 2008.</span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>ROBERT, Paul. A Educação na Finlândia. Porto, Portugal, Edições Afrontamento, 2010. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>ROSSETTI-FERREIRA, M. C. et al. (Org.) Os fazeres na Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 2007.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify" align="center"><span><span><span><span><br />
<strong>     </strong></span></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2011</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2011/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 18:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Paisagens da infância: o desenvolvimento sustentável da cultura infantil Por que elegemos o tema do desenvolvimento sustentável da cultura infantil? Primeiramente por acreditarmos na determinação de intervir, tendo como base as experiências junto às crianças; por reconhecermos na temática, pleno sentido, para compor os trabalhos curriculares e por se tratar de assunto mobilizador da cultura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Paisagens da infância: o desenvolvimento sustentável da cultura infantil</strong></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Por que elegemos o tema do desenvolvimento sustentável da cultura infantil? Primeiramente por acreditarmos na determinação de intervir, tendo como base as experiências junto às crianças; por reconhecermos na temática, pleno sentido, para compor os trabalhos curriculares e por se tratar de assunto mobilizador da cultura adulta.</p>
<p style="text-align: justify">Ocupamos lugar privilegiado no debate e juntos, trabalharemos conceitos amplos e complexos, tendo como desafio a materialização dos mesmos junto as crianças.</p>
<p style="text-align: justify">Destacamos o brincar e o jogar como ferramentas intelectuais que promovem o desenvolvimento infantil; que propiciam o contato e o confronto com crianças de variadas origens sócio-culturais, etnias, costumes, hábitos, valores etc, fazendo desta diversidade campo privilegiado da vida educativa.</p>
<p style="text-align: justify">Neste contexto, temos por objetivos a valorização e a sustentabilidade da cultura infantil através da promoção da prática de brinquedos, jogos e festejos etnológicos como as festas carnavalescas, as de São João, entre outras, dignas de serem incorporadas ao patrimônio.</p>
<p style="text-align: justify">Sob as abordagens da Sociologia da Infância consideramos centralmente as crianças como sujeitos culturais. Como seres que não só aprendem e consomem a cultura do seu tempo, como também produzem cultura, seja cultura infantil de sua classe, seja reconstruindo a cultura à qual tem acesso. Sendo assim, destacamos arte e vida, descoberta e realização, manifestações populares e erudição como conteúdos a serem investigados com as crianças.</p>
<p style="text-align: justify">Estudos sobre a infância, como aquela que interroga a pedagogia revelam a importância de tratar a idade da “não-fala” como o tempo de vida de sujeitos que são parte de uma sociedade e nela se inserem desde sua condição de classe, etnia, gênero etc. A infância que conduzimos não é nenhuma categoria natural, mas uma imagem projetada, um projeto profundamente enraizado em idéias e sonhos, em deveres e valores.</p>
<p style="text-align: justify">Pensarmos as práticas curriculares a partir de significados culturais implica transcender a esfera da imediaticidade. Mais especificamente, preencher de significado as práticas escolares é considerar o espaço escolar como lugar de formação, tempo de vida, dotado de sentido e com possibilidades de domínio das diversas prioridades humanas na organização do futuro.</p>
<p style="text-align: justify">Referência bibliográfica:</p>
<p style="text-align: justify">ARROYO, Miguel Gonzalez. A infância interroga a pedagogia. Transcrição de parte da palestra do dia 26/11/2007. III Semana pedagógica de Maricá.</p>
<p style="text-align: justify">BRASIL, Ministério da Educação. Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil. MEC: Brasília, 1998.</p>
<p style="text-align: justify">COSTA, Lucimeire. Mário de Andrade, educação infantil e projetos culturais. In: Curriculistas como dirigentes políticos. Coleção Currículo. Organizadora: Xavier, Gelta RJ: Enelivros editora, 2007.</p>
<p style="text-align: justify">DELGADO, Ana Cristina Coll e MÜLLER, FERNANDA. Sociologia da infância: Pesquisas com crianças. In: Revista Educação e Sociedade, v.26,n.91. Campinas, CEDES,2005.</p>
<p style="text-align: justify">ENGLETON,Terry. A idéia de cultura. Tradução: Sandra Castello Branco. São Paulo: Editora UNESP,2005.</p>
<p style="text-align: justify">GEERTZ, Clifford. Conocimiento Local. Ensayos sobre La interpretación de las culturas. Barcelona: Paidós, 1994.</p>
<p style="text-align: justify">OLIVEIRA, Geórgia e XAVIER, Gelta. Infância, cultura e currículo: interpretando significados e revelando sentidos. In: Caderno de apresentação, NUPEC, Faculdade de Educação UFF, 2007.</p>
<p style="text-align: justify">SILVA, Carla Andrea Lima da. Saberes e fazeres das crianças: manifestações das culturas infantis em situação dirigidas pela professora. Dissertação (Mestrado em Educação) Rio de Janeiro: UFRJ/Faculdade de Educação, 2007.</p>
<p style="text-align: justify">_____ Manifestações das culturas da infância na sala de aula da educação infantil. In: Revista Curriculistas, 1, NUPEC, Faculdade de Educação UFF, fevereiro de 2008.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2010</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2010/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://escolafavinho.com.br/2010/04/05/255719-projeto-2010/</guid>

					<description><![CDATA[Onde a brincadeira é levada a sério e a felicidade é fundamental O que pretendemos com o projeto institucional deste ano? Certamente mais que buscar o sentido etimológico das palavras brincadeira e felicidade, queremos vivenciar junto com a criança, a sensação de felicidade. Claro, como profissionais da infância, temos o compromisso de desenvolvermos uma pedagogia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Onde a brincadeira é levada a sério e a felicidade é fundamental</strong></p>
<p style="text-align: justify">O que pretendemos com o projeto institucional deste ano?</p>
<p style="text-align: justify">Certamente mais que buscar o sentido etimológico das palavras brincadeira e felicidade, queremos vivenciar junto com a criança, a sensação de felicidade.</p>
<p style="text-align: justify">Claro, como profissionais da infância, temos o compromisso de desenvolvermos uma pedagogia que assegure o direito da criança de ser criança, levando em consideração as dimensões humanas e entre elas destacamos: a física, a intelectual, a cultural, a lúdica e a artística.</p>
<p style="text-align: justify">A proposta então é garantir cada vez mais, entre brincadeiras e demais atividades, o espaço da manifestação da cultura infantil; neste ponto, o conceito de infância se faz fundamental, ao considerarmos a criança um ser sensível, à procura de expressão. E para tal, emprega as batidas do ritmo, a música, a palavra, o jogo simbólico, o desenho etc.</p>
<p style="text-align: justify">Ao encontrar na escola ambientes para imitar, fazer, negociar, agir, a criança indaga, investiga e produz conhecimentos espontâneos. Em sua busca por respostas, fala da vida no planeta, do respeito e da preservação da natureza, da violência, da convivência harmônica entre povos, da gentileza entre amigos&#8230; Neste movimento, a criança exercita o pensamento e realiza pequenas ações em prol da felicidade comum.</p>
<p style="text-align: justify">Cabe ressaltar que concretizarmos tudo isso ao longo do projeto é um dos desafios a enfrentarmos, uma vez que não há receitas, manuais e garantias.</p>
<p style="text-align: justify">Por fim, contamos com a companhia da criança, com sua curiosidade e sensibilidade a nos informar a respeito de suas impressões e entre elas destaca-se a da felicidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto 2009</title>
		<link>https://escolafavinho.com.br/projeto-2009/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 02:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://escolafavinho.com.br/2010/04/05/255718-projeto-2009/</guid>

					<description><![CDATA[Ciranda, cirandinha vamos todos trabalhar &#8211; A valorização da ação humana. Pretendemos com o projeto Ciranda, cirandinha, vamos todos trabalhar, investigar junto com as crianças, diferentes concepções e manifestações do trabalho, diferenciando e/ou dissociando as atividades do mercado de trabalho para valorizar a ação humana como criadora; O objetivo geral do projeto é investigar as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Ciranda, cirandinha vamos todos trabalhar &#8211; A valorização da ação humana.</strong></p>
<p style="text-align: justify">Pretendemos com o projeto Ciranda, cirandinha, vamos todos trabalhar, investigar junto com as crianças, diferentes concepções e manifestações do trabalho, diferenciando e/ou dissociando as atividades do mercado de trabalho para valorizar a ação humana como criadora;</p>
<p style="text-align: justify">O objetivo geral do projeto é investigar as influências do processo de produção, como forma de agir sobre a natureza, sobre a realidade, transformando-a em função das suas necessidades.</p>
<p style="text-align: justify">Especificamente temos como objetivos:</p>
<p style="text-align: justify">&#8211; Ressaltar os princípios éticos que integrem , produção, prazer e boa qualidade de vida para todos;</p>
<p style="text-align: justify">&#8211; Estabelecer as diferenças entre o trabalho humano que envolve pensamento e organização, animal que ocorre de forma instintiva e da natureza!</p>
<p style="text-align: justify">O projeto pode e deve sofrer mudanças na medida em que as crianças vão se apropriando do tema e nos mostrando curiosidades e desejos de saber, que não foram ainda levantadas pelos educadores.</p>
<p style="text-align: justify">A participação dos pais é essencial e enriquece o trabalho!</p>
<p style="text-align: justify">Mãos a obra!!!</p>
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