Matemática nem sempre é fácil, mas com certeza pode ser muito divertida. Foi isso que os pais e mães da Escola Favinho experimentaram na noite de 17 de outubro (quinta-feira) durante o VII Observatório com as Famílias.
Abordando o tema Matemática em Brincadeiras e Desafios, os participantes puderam interagir e aprender em dinâmicas para lá de animadas. O objetivo foi expor um pouco da metodologia praticada na escola, além de fomentar o debate sobre o pensamento lógico matemático na primeira infância.
Cada um dos jogos propostos pela mediação remetia a situações vivenciadas pelas crianças no seu dia a dia. E não faltaram desafios.
Quinze segundos contados
O encontro começou com o chamado Foguete em Quatro Estágios. Divididos em grupos espalhados pelo Casarão 25, cada participante deveria argumentar rapidamente sobre um determinado assunto. Na realidade, muito rapidamente, pois o cronômetro contava quinze segundos de maneira precisa. Na pauta, feminismo, espiritualidade e muitos outros temas.
A atividade trabalhou, além da noção de tempo, a capacidade de escuta de todos. Em um cotidiano marcado pela aceleração e imediatismo, saber escutar o outro e, principalmente, os pequenos é uma prática necessária.
Das mesas para o chão, a segunda dinâmica foi literalmente mágica. Ou será que era apenas lógica?
Dispondo uma combinação aleatória de cartões coloridos em um grande quadrado, o objetivo era descobrir qual deles foi virado pelos convidados. Isso, claro, estando de costas no momento da alteração.
Se de início todos foram tomados por espanto, o engenheiro Rodrigo Surmas rapidamente matou a charada ao identificar certos padrões nas cartas.
E por falar em padrões, esse era justamente o conceito desenvolvido pela mágica. Não é que nossas famílias estavam realmente afiadas?
Entre dados e barbantes
Três dados de seis lados empilhados em cima das mesas. A meta? Somar de maneira correta todos os números das faces escondidas.
Quando o mediador executou a operação quase instantaneamente, as reações de surpresa foram muitas. Seria outra mágica? Ou talvez um novo padrão oculto? Uma dica: atenção às faces opostas dos dados.
A tarefa seguinte foi literalmente de dar nó! Braços entrelaçados por barbantes amarrados aos pulsos exigiram que nossos intrépidos aventureiros da Matemática trabalhassem em equipe. E certa dose de contorcionismo também não faria mal.
Talvez o desafio mais intrigante da noite, o momento rendeu boas gargalhadas e muito raciocínio espacial.
No compasso do Forró
Livres dos barbantes, era hora de soltar o corpo com uma boa aula de Forró. Começando em roda, o primeiro passo foi desenvolver a noção da divisão de tempo em compassos, formando o ritmo da música. A partir daí vieram dois passos que prepararam todos para o baile com muita animação e desenvoltura.
Depois de uma noite de muitas brincadeiras e aprendizado, o sentimento geral era de alegria. Na verdade, como explicou Teresinha Pimentel, diretora da Favinho, “a mesma alegria que toma conta das crianças durante as nossas atividades na escola”.
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